terça-feira, 27 de maio de 2014

Palavras, benditas palavras. Que cheguem até você.

Na inercia, mesmo submetendo toda força.
Como errar uma nota que se toca a vinte
e poucos anos. Pular de cabeça e não
se machucar. Colocar as mãos em um 
fogaréu, e não se queimar. Em engolir
água do mar, sem se afogar.
Tudo muito improvável, impossível ! 
Como segurar o riso, sendo você o motivo.
Faço uma aposta, jogo a moeda. E procuro
o lado certo pra sentir o seu gosto.
Viro artista sem saber, pinto telas sobre telas.
E a perfeição é ter que seja, um traço do seu rosto.
Me finjo de poeta, escritor, colunista. Viro 
compositor, cantor e estampo meu nome em
uma fita. Na desesperada loucura de você me
notar. Secando canetas pra você se tocar.
Pixando muros, erguendo outdoors. Fazendo
barulho, silencio entre nós. Loucura eu faria, 
escalar um prédio só pra lhe ver. Mais não
pense que é loucura, se amanhã eu tentar
beijar você. Mil versos sem refrões, felicidade
em toda palavra. Com sete letras, se fez uma
obra prima. Com sete letras eu só consigo
pensar, nessa menina. Sete letras, o mesmo 
tanto que um amo você. Como é inútil, qualquer
ação pra lhe esquecer.

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