Se repetia o mesmo filme preto
e branco sem graça e sem áudio.
A monotonia sufocava e forças
só apareciam para encontrar maneiras
de impressiona-la. Mais logo retornava
o sentidos e o real se revelava.
E quando eu dizia: Tente ser real,
nunca tive fome dessa realidade.
A agustia de não saber de nada.
O receio do silêncio ser cada dia mais
prolongados. E medo de não vir
me ver. O medo de nunca mais lhe ver.
Medo ! Enfim tomou sua verdadeira
forma. E você é assustador e
deprimente. Você é enorme e
a cada dia que esse filme se
repete, mais um pouco da minha luz
é sugada pelo seu olhar frio e
penetrante.
Medo, como eu tenho medo de você.
quinta-feira, 11 de setembro de 2014
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