Nesse momento, olhos despejam lágrimas sobre o rosto como uma queda de cachoeira, como a chuva que molha o solo, rega as plantas. Choram por fome, de saudade, angústia, de fome, da barriga vazia. Choram por sede e pelas bombas que não param de explodir. Choram de medo dos malditos/malditas Ak-47s que não param de disparar. Chora pelo filho baleado, da mãe no hospital ou a avó que faleceu. Chora pelo vício, por não conseguir deixar de ser viciado. Que as lágrimas rolem, que a dor seja despejada e com isso algum lampejo de mudança, que a fé seja significativa e que só rolê apenas lágrimas de felicidade. Um dia.
sexta-feira, 27 de outubro de 2017
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