domingo, 9 de setembro de 2018

Fagulha

Em um quarto me pego preso a imagem de um carvão queimando. Uma temperatura absurda pra se tocar com a mão, porém apesar desse dano que pode causar a pele, seu poder o faz partir. Chega um momento que as cinzas vão vestindo sua forma , sua cor meio alaranjada. E faço uma analogia:
Talvez alguns sentimentos, pessoas são tão intensas que não se dão conta que isso  está transformando tudo aquilo em cinzas. “ Viva como se fosse a última vez “ Sempre gostei e segui esse pensamento, porém através de um carvão, parece um pensamento derrotista. Viva como se houvesse o amanhã, pq não somos como a fênix que vai renascer quando chegar ao fim sua última fagulha. Precisamos preservar o hoje, para termos motivos quando o novo amanhã chegar. E por enquanto, o meu sempre chegou.

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