Há exata uma semana eu comecei escrever procurando palavras e às encontrei por um breve momento até desaparecer e eu conclui sem entender o porque. COMO ASSIM BRUNO, VOCÊ COMEÇA FALANDO SOBRE O MAR E A IMENSIDÃO DE DEUS E ACABA COMENTANDO SOBRE A MENINA DE OLHOS CASTANHOS ? Eu não entendi, em algum momento ela esbarrou nas minhas palavras e simplesmente todas as palavras que viria em seguida foram dissipadas da minha cabeça. Você chega cansado da viagem e tem um sonho com ela, simples, nada banal como sempre foi de costume acontecer. A semana corre, literalmente. E em um dia que você não quer sair de casa por nada, reluta contra isso porque ninguém merece sua companhia porque você não está se aguentando com ela mesmo, você sai. E você entende o porque das palavras sumirem, do sonho, o porque ela conseguiu tirar você de casa. Os olhos castanhos estavam inundados de aflição, de angústia. E uma simples pergunta: Você tá bem ? Eu vi emergir o que seria um tsunami de lágrimas. Naquele momento eu só gostaria de abraçar e ter as palavras, a ação de tirar toda essa dor que ela carrega sozinha. Eu aí quero tentar achar a saída que ela precisa pra ser ela mesmo rs E eu sei que não tenho poder pra isso, mas eu quero acreditar que sim. Gostaria de aparar todas as lágrimas que cai sobre o rosto dela e tornar em poesias como já fiz, seja em um texto ou em um abraço de conforto, que mostrava que ela não estava sozinha, não mesmo ! E eu iria caminhar ao lado dela mesmo que fosse até o inferno, mas nada no mundo iria fazer eu largar a mão dela. O porque ? Apenas porque ela merece.
domingo, 24 de fevereiro de 2019
Além do meu jardim
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